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Adivinha!

Adivinha sobre o que vou falar hoje? Um sitio onde posso falar de tudo o que me apetece...

Adivinha sobre o que vou falar hoje? Um sitio onde posso falar de tudo o que me apetece...

Adivinha!

18
Dez03
Hoje pergunto-me o porquê das coisas.
Hoje pareço aquelas crianças que estão sempre a perguntar porquê?
Hoje tudo me parece tão confuso.
Hoje perdi os amigos.
Hoje perdi a quem me dei.
Hoje perdi a vida.
Hoje perdi as flores, o mar, o céu e o sol.
Hoje perdi-me.....
12
Dez03
Sinto-me como um cadáver no no meio do deserto.
Deitada ao sol já em esqueleto e por companhaia os bichos que comem os restos de carne já seca.
Não tenho nada que indique que estou ali.
A placa é um simples cato que nasceu por cima da minha cabeça.
Deitada na areia escaldante...
Estou ali tão só, tão imensamente só, na vastidão do deserto sem ninguém que me descubra e eu vou desaparecendo, cada vez mais e vai chegar ao ponto que desapareço de vez e ninguém vai saber quem eu era e que estive ali.
Porque o mundo me abandonou no deserto da vida.
Sempre esperei que tu me levasses uma flor e me fizesses renascer pouco a pouco, mas tu só ajudas-te a fazer com que os bichos me comessem mais depressa.
E sem esperanças vou esperando o dia em que vou desaparecer de vez.
Quem sabe talvez um dia te lembres que eu existo e me leves uma flor e eu renasça.
05
Dez03
Fecho os olhos e vejo-me coberta de sangue e de dor.
Eu queria tanto ter coragem para arranjar uma faca e espetá-la na direcção do coração, talvez assim esta dor acabasse!
Eu quero ver os pequenos veios de sangue correrem e depois com mais e mais abundância até que me esvaio em sangue.
O coração pára, por já não ter força.
Mas não tenho coragem e a dor consome-me a cada momento...
Tenho vontade de acabar com esta dor, mas tenho medo.
Não consigo ver os pássaros, nem a beleza do mundo.
Já nem a beleza dos teus olhos consigo ver.
Acaba com este sofrimento!
Dá-me a paz infinita!
04
Dez03
Hoje acordei cedo mas deixei-me ficar na cama.
Fiquei a olhar para a minha vida, ás vezes é preciso!
Então recordei o melhor destes últimos 4 anos. Incluindo as praxes.
Quando cá chegamos só nos apetece voltar, mas depois vamos nos habituando e quando somos finalistas custa tanto pensar que nos vamos embora…
Ainda não nos separamos e já sentimos uma saudade imensa uns dos outros. Sabemos que para o ano nada será igual! E é difícil pensar que a realidade que conhecemos vai deixar de existir, mais é ainda mais atemorizador pensar que vamos entrar para uma realidade nova cheia de perigos e que não teremos ninguém para nos ajudar.
É difícil pensar que estaremos longe dos amigos. E como é possível crescermos tanto em tão pouco tempo. Agora é como se fossemos um barco à deriva que já não quer voltar para o porto de onde saiu, mas ainda não encontrou um porto seguro andamos à deriva no mar alto à mercê das tempestades e de todos os perigos que os pequenos e inexperientes barquitos correm. Temos pouca bagagem mas valiosa e por termos barco próprio mas inexperiente as coisas ficam dificultadas, pois todos pensam que têm barcos melhores que o nosso. E só querem barcos com experiência, mas esquecem que um dia eles também não sabiam navegar e alguém os ensinou. Nós não queremos tirar o lugar a ninguém só queremos aprender a velejar e encontrar um porto onde arrumar o nosso barquinho para descansarmos e navegarmos num mar seguro.
03
Dez03
Ouvem-se passos no Outono do sítio onde reside o silêncio.
Esse sítio povoado de pedras frias que guardam segredos de uma vida.
Lágrimas, sofrimentos, perdas e dor tudo se esconde por detrás do silêncio das pedras frias. Essas pedras marcam uma história de pessoas que para fugirem à morte saíram do seu país, tentaram reconstruir a sua vida noutro sítio mas a ideia de voltarem à sua querida pátria era eminente.
Muitas perderam a vida porque não queriam e muitas vezes não podiam deixar a terra que ao viu nascer.
Os que deixaram e sobreviveram aquele louco extermínio, descansam hoje naquele sítio onde reside o silêncio. Por debaixo daquelas pedras estão homens e mulheres que enfrentaram o medo, a saudade e refizeram as suas vidas num país longínquo.
Acredito ao passar por aquelas pedras que por debaixo delas apenas se encontre o corpo, pois a alma, essa está na pátria donde nunca saiu.
Aquelas pedras frias ficarão ali para sempre marcando uma história e fazendo-nos recordar o Horror que outros e aqueles viveram.
Sempre que ouvirmos os passos no Outono daquele sítio onde reside o silêncio, iremos recordar de Sob os céus Estranhos uma história de vida.
03
Dez03
Talvez o mundo seja demasiado injusto ou talvez sejamos nos que o fazemos injusto.
Chove lá fora e lembro-me de ti e daquela noite que agora perece tão distante em que saí daquela cama aquecida pelos nossos corpos despidos de inocência e vestidos de prazer e amor. Quando saí da cama senti o frio de Novembro a entranhar-se no meu corpo, abri a janela chovia lá fora, de pé em frente da janela já não sentia frio, coloquei o braço fora da janela e deixei que a chuva me cumprimentasse devagar, observei um estranho que deambulava pela rua, senti depois a voz do amor e voltei para aquela cama que julguei que um dia o meu corpo se ia habituar.
Agora recordo tudo o que durante todo aquele tempo acreditei que fosse a felicidade. Envolvi-te nos meus braços num momento mágico e pensei que podia vir a ser feliz com momentos como aquele. Pensei que o mundo se podia resumir àquele abraço e que a felicidade também. Mas… Mas eu não sabia, naquela altura não sabia…
Acreditava, no futuro acreditava que era possível o Amor.
Acreditei que era possível a felicidade o Amor, mas a vida não é assim. Nos momentos em que nos contemplamos o mundo parecia que se embelezava e que nada havia para além de nós. A tua mão na minha, o teu corpo cingido ao meu, os teus lábios colados aos meus. O que importava o que os outros diziam se estávamos juntos. Estávamos juntos e eu acreditei, acreditei que era possível. E que juntos podíamos enfrentar o mundo, mas não foi assim…
01
Dez03
Imaginem um moço que como muitos adolecentes andou metido com drogas. Durante uma das curas conheceu uma moça que lhe deu a força derradeira para as largar. Casaram.Ele era um homem feliz largou as drogas e começou a fazer uma vida como toda a gente. Mas ele era especial, porque fazia tudo, mas mesmo tudo o que a moça queria. Um dia a moça ficou grávida e ele passou a ser o pai mais baboso do mundo. Mas a VIDA! A Vida prega-nos partidas. O moço ouviu dizer que a sua amada tinha um amante, mas ele amava-a como podia acreditar? E continou a tentar ser feliz! Por sua vez a moça ponha o amante lá em casa, até que um dia ele chegou mais cedo e viu. Separam-se! Ela saiu de casa! Ele amava-a pediu-lhe para ela voltar para casa. Ela voltou! Uns dias depois fugiu de casa porque ficou na mesma aldeia, levando o filho. Ao fim de um tempo ele tentou reconstruir a vida com outra pessoa, no dia do casamento morre com a fotografia do filho na mão. Dizem que foi de coração! E foi do coração! Foi de desgosto de amor!
01
Dez03
Este fim-de-semana tive montes de ideias sobre o queria escrever no ADVINHA! Mas neste momento só me apetece contar uma história!

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